Veja os efeitos que o anticoncepcional pode causar

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A pílula anticoncepcional é utilizada por muitas brasileiras como principal método de contracepção. Segundo a Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), em 2014, cerca de 27% das mulheres em idade fértil eram adeptas do anticoncepcional.

Hoje, existem diversas pílulas no mercado, porém, basicamente elas podem ser de dois tipos: combinadas (progesterona e estrogênio) ou progestogênicas (somente progesterona).

Além de prevenir a gravidez, o “remédio” é indicado para controlar e reduzir o ciclo menstrual, diminuição da cólica e da tensão pré-menstrual (TPM).

No entanto, o medicamento pode apresentar alguns efeitos colaterais. De acordo com ginecologistas do Hospital Albert Einstein, as pílulas podem causar alteração na pressão arterial, triglicérides e nas taxas de açúcar no sangue.

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Mitos e verdades sobre o anticoncepcional

Cada anticoncepcional tem suas características e funciona à sua maneira, assim como o nosso organismo. Por isso, existem alguns mitos e verdades sobre os efeitos colaterais.

Fique de olho no que os profissionais afirmam e tire suas dúvidas.

Engorda – Mito. O que pode acontecer é uma retenção de líquidos, levando ao inchaço, mas isso depende do tipo de hormônio contido nas pílulas.

Causa celulite – Mito. A celulite está relacionada ao acúmulo de gordura e – infelizmente – ao DNA.

Treino dá um chega pra lá na celulite

Aumenta o risco de ter trombose – Verdade. Em um ano, mulheres que usam anticoncepcionais contendo drospirenona, gestodeno ou desogestrel têm um risco de 4 a 6 vezes maior de desenvolver tromboembolismo venoso.

Diminui o desejo sexual Mais ou menos. Não existe relação direta entre o uso de contraceptivos orais e a perda da libido. O que pode ocorrer é a queda no desejo sexual se o anticoncepcional interferir na concentração do hormônio testosterona.

Atividade física melhora o desempenho sexual

Afeta no ganho de massa muscular – Verdade. Estudos mostram que mulheres que usam o medicamento tendem a ganhar 40% menos massa muscular do que as que não o utilizam.

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